Empregada evangélica vive circumdada por fotos nuas de si mesma






 
  

Tereza é uma mulata jovem e bonita do interior de Piaui. Ela foi recrutada e trabalhou três meses em Recife, depois foi mandada para São Paulo. Em Recife o patrão conseguiu fazer fotos nuas dela e ela, chantageada, teve que aceitar virar puta e escrava dele. O patrão deve ter feito um bom dinheiro concedendo a menina já educada e submetida a um professor de psicanálise solteiro em São Paulo.
A perfídia do professor é fazer fotos nuas de sua empregada e pendurá-las nas paredes da casa. Tem fotos em formato grande com moldura, que são bem feitas e lembram imagens sensuais compradas ou cortadas de revistas. Os visitantes entram, vêem as fotos e só com o tempo reparam que o modelo está uma pessoa presente: a empregada. E logo a imaginam nua, comparando a realidade com as fotos.
Além disso, existe na cozinha um quadro de córtex com fotos fixadas. Elas são mais vulgares, mostrando a menina abrindo a xaninha ou o cuzinho com as mãos. Desde o primeiro dia o patrão deixou bem claro que recebeu a fotos nuas do patrão anterior assim como a senha para o facebook dela e emails de amigos e de seu pastor. Ele espera que a mulata seja submissa em tudo. Se ela não obedecesse, ele mandaria as fotos nuas para o pastor e os amigos dela.
A foto preferida do professor tem um tamanho de mais de um metro e fica em cima da cama dele. Ele se inspirou com uma foto que achou em um site no internet. A mulata fica nua e agachada, com as pernas extremamente abertas e abre a bucetinha com as mãos. A língua parece querer ajudar nisso, ela saiu da boca como sem querer e se dirige em direção à bochecha esquerda o que dá um jeito sapeca e safadinho à foto.
Quando ela deita em baixo do patrão e abre as pernas para deixá-lo entrar, ela vê a si mesma nesta foto.
A foto com essa jovem dedicada inspirou também o patrão de Tereza para fazer uma foto dela semelhante




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